Com dívidas de milhares, 'playboy golpista' não pagou prostitutas e motorista

Com dívidas de milhares, 'playboy golpista' não pagou prostitutas e motorista | Foto: Reprodução


Ruan Pamponet Costa chegou a ser preso no último sábado por não ter pago a conta em um bar, foi liberado, mas novamente detido na quinta-feira (21) suspeito do mesmo crime

Acusado de cometer golpes em vários Estados, Ruan Pamponet Costa, de 28 anos, deixou “um rastro de prejuízo” no Distrito Federal, com débitos de milhares de reais não quitados em bares e motéis, além de não ter pago um motorista de transporte por aplicativo e duas garotas de programa que o denunciaram à polícia no início de abril por estelionato.

A informação foi publicada pela coluna “Na Mira”, dos jornalistas Mirelle Pinheiro e Carlos Carone, no portal “Metrópoles”, nesta sexta-feira (22). Pamponet Costa chegou a ser preso no último sábado (16) em um bar de Goiânia, em Goiás, depois que fingiu ter passado mal para não pagar R$ 6,2 mil em um bar. Ele havia sido liberado, mas foi novamente detido na quinta-feira (21) por ter praticado outro golpe em um restaurante de Palmas, Tocantins, que somou R$ 5,2 mil em prejuízo aos donos do estabelecimento.

“Em abril de 2019, o estelionatário veio a Brasília e, durante todos os dias da semana em que permaneceu na capital, aplicou golpes. Em 12 de abril, um motorista de transporte por aplicativo e duas garotas de programa denunciaram o estelionatário. O motorista relatou, à época, que fez diversas viagens com Ruan. Os percursos incluíam idas à Feira dos Importados, a bares e até mesmo a um motel”, reporta. 

“Durante a madrugada, ele saiu do bar com duas garotas de programa e pediu que eu ficasse esperando. Já era a terceira ou a quarta corrida do dia, apenas com ele. Sempre pedia para adiantar algo em dinheiro, mas ele dizia que ia pagar a conta ao final. Quando chegamos no motel, fiquei aguardando dentro do estabelecimento, mas na parte externa do quarto. Após muita demora, concluí que eu levaria um calote e alertei o fato a uma das meninas, pois elas também poderiam ser vítimas”, contou o motorista, que preferiu não ser identificado, em entrevista aos jornalistas.

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