Caminhoneiros mantêm protestos no Paraguai

Um dos pontos mais críticos do protesto é a Rodovia 
Nacional PY02, que liga Assunção à Ciudad del Este 
 Foto: Brian Cáceres/Redes Sociais

As manifestações começaram na segunda-feira 14 depois do aumento no preço dos combustíveis anunciado pela Petropar

O Paraguai enfrenta o quinto dia de protestos dos caminhoneiros sindicalizados contra o aumento dos combustíveis. Várias estradas do país continuam bloqueadas, segundo o jornal paraguaio El Nacional.

Um dos pontos mais críticos do protesto é a rodovia nacional PY02, que liga Assunção à Ciudad del Este, onde caminhões pararam nos dois sentidos e obrigaram uma redução dos demais veículos, na altura da cidade de Capiatá.

A Ponte da Amizade, principal ligação entre Brasil e Paraguai, também foi bloqueada.

Manifestações dos caminhoneiros

As manifestações dos caminhoneiros começaram na segunda-feira 14 depois do segundo aumento no preço dos combustíveis anunciado pela Petróleos Paraguaios (Petropar). O reajuste foi justificado devido à guerra entre Rússia e Ucrânia.

Os motoristas exigem uma redução de ₲ 1,5 mil (cerca de R$ 1,10) no preço do diesel. No começo da semana, depois do início dos protestos, autoridades propuseram uma redução de ₲ 400 (cerca de R$ 0,30).

Nesta sexta-feira, 18, o Senado paraguaio vai discutir um projeto de lei que propõe um subsídio aos combustíveis. É um fundo de estabilização de preços, proposto pelo Governo Nacional. O recurso inicial será de US$ 100 milhões, que terá como fonte um empréstimo do Banco de Desenvolvimento da América Latina. A distribuição será de US$ 25 milhões por mês para diesel e US$ 10 milhões para a gasolina.

Redação Oeste

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