Covid-19: Anvisa recebe 1° pedido de registro de autoteste

Autoteste de covid-19 
Foto: Reprodução/Pixabay

Empresa brasileira Okay Technology quer a liberação de um teste importado que utiliza coleta nasal

Anvisa recebeu nesta segunda-feira, 31, o primeiro pedido de registro de autoteste para detecção da covid-19. A empresa brasileira Okay Technology quer a liberação de um teste importado que utiliza coleta de swab nasal.

Na sexta-feira 28, agência reguladora autorizou a venda de autotestes de covid no Brasil, mas definido que cada empresa precisará solicitar o registro junto à Anvisa para, de fato, poder comercializar o produto.

A vigilância sanitária tem até 30 dias para emitir o seu parecer, mas ressaltou que tem dado prioridade à análise dessas solicitações para que sejam aprovadas no menor tempo possível.

“Além dos aspectos de eficácia e segurança, os autotestes serão avaliados, por exemplo, quanto à regularidade da documentação técnica, acessibilidade das instruções de uso, armazenagem e descarte do produto para o usuário leigo, de forma a viabilizar a utilização de forma adequada”, explicou a agência, em nota.

O uso de autoteste contribuirá para ampliar a testagem de indivíduos sintomáticos, assintomáticos e seus possíveis contatos. A ideia é que a nova opção ajude no isolamento precoce de contaminados.

Se o resultado der positivo, a pessoa deve procurar uma unidade de atendimento de saúde ou teleatendimento para que o diagnóstico seja ou não confirmado.

Caso seja constada a infecção, o profissional da saúde deve notificar o caso às autoridades para que seja contabilizado e dar orientações pertinentes à pessoa.

Testes recolhidos

Mais cedo, a Anvisa determinou o recolhimento do “Teste Covid meuDNA PCR-LAMP Autocoleta de Saliva”, um teste rápido que ainda não tem registro no Brasil.

A medida foi aplicada em desfavor da Drogaria São Paulo, Drogarias Pacheco e Raia Drogasil, que tinham o produto em estoque.

“O referido produto não está regularizado na Anvisa, de forma que não pode ser vendido em farmácias e drogarias”, afirmou a agência.

Redação Oeste

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