Banco do Brasil volta a ser eleito o banco mais sustentável do mundo

Edifício sede do Banco do Brasil, em Brasília
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na última década, o banco foi reconhecido como o mais sustentável do mundo em 2019, 2021 e 2022

O Banco do Brasil (BB) foi eleito como o banco mais sustentável do planeta pelo ranking das 100 Corporações Mais Sustentáveis do Mundo 2021 – Global 100, da empresa canadense de pesquisa Corporate Knights.

Na última década, o BB foi listado em sete edições, sendo reconhecido como banco mais sustentável do mundo em 2019, 2021 e 2022. O banco é uma sociedade de economia mista controlada pelo governo federal.

A edição deste ano classifica, ainda, a instituição como a empresa brasileira mais bem posicionada, figurando na 21ª posição no ranking geral.

A carteira de negócios sustentáveis, que já ultrapassa R$ 282 bilhões em saldo, permanece sendo o destaque para a classificação no ranking.

Formada por linhas de crédito que financiam atividades com retorno socioambiental, a carteira é submetida a avaliação independente e usa critérios internacionais para definir projetos e empreendimentos sustentáveis.

Para o presidente Fausto Ribeiro, o resultado demonstra o avanço do Banco do Brasil no uso de critérios Ambientais, Sociais e de Governança nas práticas administrativas e negociais.

Além disso, considera que o mercado reconhece o protagonismo do banco em gerar negócios que contribuem para uma economia de baixo carbono.

“Sermos novamente reconhecidos como o banco mais sustentável do mundo evidencia a decisão acertada de incorporar a sustentabilidade à nossa estratégia corporativa”, comemorou.

“Continuaremos com o compromisso de apoiar nossos clientes na transição para um portfólio mais sustentável, aprimorando nossas práticas internas”, finalizou.

Sobre o Ranking Global 100

O Global 100 é um ranking de sustentabilidade corporativa lançado em 2005 pela Corporate Knights, que classifica anualmente as empresas pelo desempenho em sustentabilidade, avaliando as dimensões econômica, governança, ambiental e social.

Para determinar o ranking, foram analisadas mais de 7.000 empresas de capital aberto com receita bruta mínima de US$ 1 bilhão, em 21 indicadores econômicos, ambientais e sociais.

Redação Oeste

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